Na esteira do pensamento pré-socrático, e justificado a partir dos seus princípios, o hipotético ser só conseguia reduzir o outro à sua insignificância por dois possíveis motivos: (i) o outro sente-se insignificante; (ii) o outro atribui qualidades supra humanas a quem o ressignifica como insignificante.
Sobre isto Parménides iria falar da ilusão da opinião e de como a
realidade é imutável e eterna. Já agora, sentirmo-nos insignificantes ou atribuir poderes supra humanos a um outro seria, para o filosófo, considerado ilusão. Heráclito ainda iria mais longe e falaria do fogo como condição do devir e da natureza em constante fluir. Ou seja, do logos como regente das forças que torna tudo harmónico na impermanência.
Jul 5
at
3:19 PM
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