Make money doing the work you believe in
No Substack, você quer ser lido ou quer ser remunerado pelo que considera um trabalho?
Não tem resposta certa ou errada, pior ou melhor…
Depois de um longo inverno verão tumultuado, voltei a fazer o que fazia quando cheguei na plataforma: estudar publicações bem-sucedidas em diferentes temas e países. E algumas conclusões começam a chegar – Substack pra mim é trabalho há quatro anos e o (novo) rebranding vem aí!
No mercado brasileiro, algo está claro: se o escritor quer muito ser lido e tem o apego aos números que Mark implementou na gente, ele vai deixar dinheiro na mesa. Claro que estou falando para quem escreve como profissão e já tem um tempo de bagagem e carreira. Entre o cobrar por tudo e o dar tudo de graça (cada um com seu significado), há um meio do caminho perigoso: o molhar só o pezinho na monetização.
São escolhas. Repito: sem certo ou errado. Ao mesmo tempo, vejo com clareza que para ganhar de um lado precisa estar disposto a perder do outro. O boom do Substack Brasil aconteceu ali em 2024. Agora, precisaremos decidir como enxergamos a plataforma na nossa vida (pessoal ou profissional) e bancar esta escolha. Com todos os ganhos e perdas nela envolvidos.
E o lembrete final: criativos, não tenham medo de ver o trabalho de vocês como trabalho (se este for o desejo de vocês, claro)!
