Ou seja, é como disse a Josie Fanon há um tempo a respeito da noção de “negro”, que é também uma categoria colonial: “[Na opinião de Frantz Fanon] a Negritude era apenas uma etapa no processo dialético da luta do homem negro pela libertação”.
Essas categorias devem ser tensionadas pra só depois — no horizonte futuro, longo e árduo caminho feito de presente, pois “the time is always now” — serem dissolvidas.