"Provavelmente esse Luis Etechebere é mais inteligente do 90% dos brasileiros."
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Não é, não, porque, se fosse, saberia que preciosismo pode ser até apreciado na literatura por quem curte parnasianices, mas é VÍCIO DE LINGUAGEM condenado nas gramáticas e totalmente inadequado em texto dissertativo, que exige clareza e concisão. Ele é mais um pedante vaidoso do que alguém realmente esperto.
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"Isso explica a inveja generalizada."
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Relaxe: ninguém sentiu inveja dele, porque ninguém tem interesse em reproduzir toda aquela verborreia vaidosa e afetada, ainda mais num gênero textual cujo objetivo é convencer / persuadir o leitor sobre um ponto de vista a respeito de determinado tema (do qual, aliás, o candidato fugiu).
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"Imagine só esses professores de redação passarem a vida ensinando que escrever fórmulaszinhas é o ideal de excelência e verem alguém que tenta fazer algo diferente. Não conseguiriam conter a raiva."
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Ao contrário do que você imagina, muitos professores de redação não são limitados assim; pelo contrário, vários deles ensinam muito bem como redigir de acordo com o real objetivo de uma dissertação, e os inúmeros pareceres já divulgados por eles Internet afora deixa claros todos os erros cometidos pelo candidato.
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“só o fato dele ter memorizado todos aqueles termos…”
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‘Memorizado todos aqueles termos’… hahaha! Ou seja, você é só mais um mais fascinado e encantado mais pela forma do que pelo conteúdo.
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"A maior parte dos alunos jamais faria isso."
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E, graças a Deus, nem precisa fazer, pois vários deles tiram nota máxima ou algo próximo disso, redigindo excelentes textos que todo mundo entende e aprecia.