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Saiu ontem, na NOIZE (aliás, cadê a versão Substack da Noize? vamos armar issaê!) uma reportagem da Damy Coelho, que esteve no meu apartamento em janeiro passado, sobre um punhado de coisas que amo: discos de vinil, Bowie e jornalismo.

A Damy costura, com muita generosidade (e precisão) as camadas da minha história como jornalista musical, dos finados rraurl e Goo MTV, da adolescência pós-punk às pistas eletrônicas dos anos 2000, até desembocar no meu livro-ensaio Deslumbre — Histórias de obsessão musical (Editora Terreno Estranho, 2025).

Esse período de lançamento do Deslumbre, falando com tanta gente legal, tem me feito voltar à música como força agregadora, aquela coisa que, quando a gente é jovem, tira a gente do quarto e coloca no mundo, que faz encontrar turmas, construir comunidade, criar memórias.

No vídeo mostro algumas “relíquias afetivas” — o Peel Sessions da Siouxsie and The Banshees, o Hunky Dory do David Bowie, um VHS de shows de ounk rock em Londres — e falo da minha relação com a mídia física que, no meu caso, não é nostalgia, sempre esteve aqui. Se você curte música, cidade, memória e música, vale o play.

E um lembrete importante: hoje (quinta, 19/03) tem encontro dos autores da Terreno Estranho no Bar Alto (SP). A partir das 20h, com Fabiana Caso, Rodrigo Carneiro e eu, com participação das maravilhosas (e minhas amigas pessoais!) Rê Simões na mediação e Camila Yahn na trilha sonora.

É um evento fechado, mas é possível retirar (gratuitos) aqui no site

Mar 19
at
11:55 AM
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