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Percebam que o texto é mesmo a citação do João da Cruz, que me acompanha há tempos, e do Saint-Exupéry, que o grande igor de albuquerque me mandou recentemente. Além da operação curatorial, eu vou me mostrando por notas de rodapé “originais”, quando não cravando a autoria alheia também por lá. (O melhor é ler no substack podendo olhar as notas só de passar o mouse sobre o número delas, por e-mail não sei se isso rola. )
Achei interessante colocar as referências no texto principal e minha breve autoria no rodapé. Até como material genético, já que essas notinhas fazem parte de um fragmento do meu romance novo. Ali, o texto “meu” terá como reforço interno costuras com o Frei Cruz, Saint-Exupéry, Lúcio Cardoso, Santo Agostinho. E, claro, a carta do Beethoven. O Jung. O BDSM. E sei lá mais qual bruxaria. Aqui esses ingredientes apresentam-se em separação no laboratório.
Daí que esse redemoinho publicado aqui vira meio que um bastidor da escrita de um capítulo de romance, e de leituras diversas que viram escrita: o que eu chamo de MAGMA nas minhas oficinas. Enfim.


