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Meu mais novo texto é sobre os Ray-Ban Meta, aqueles óculos inteligentes da Meta que parecem óculos comuns, mas têm câmera, microfone e IA embutidos.

Em fevereiro, uma investigação de dois jornais suecos revelou que trabalhadores subcontratados pela Meta revisavam conteúdo capturado pelos óculos (cenas íntimas, banheiro, cartões bancários) sem que os usuários soubessem da possibilidade de seus dados serem submetidos a revisão humana.

Analisei o caso pelo ângulo jurídico: Código Penal, LGPD, GDPR, transferência internacional de dados. E o problema que me parece mais sério: sobre quem recai a responsabilidade se espalha por uma cadeia longa demais.

“Designed for privacy”: óculos inteligentes e revisão humana
Mar 8
at
2:49 AM
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